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quinta-feira, 30 de março de 2017

Semana da Leitura

Peddy paper -“Aprende a descodificar o teu mundo”


A atividade decorreu no dia 30  de março , no âmbito da semana da leitura e no Dia da Escola em Movimento e teve como público alvo os docentes e os alunos  dos 2º e 3º ciclos que avaliaram a mesma como sendo muito boa.



Os seus pontos fortes foram a promoção de novas experiências educativas, de aprendizagens significativas e do respeito por diferentes expressões e a estimulação de boas práticas de cidadania.

terça-feira, 28 de março de 2017

Semana da Leitura

Workshop de Reiki  para a Adolescência  pela docente Sílvia Teixeira - 6º ano e 3º ciclo 


Semana da Leitura

“ Ler…escrever…e interpretar…nas redes sociais” 

Sessão promovida pela PB em articulação com a docente de TIC para os alunos do 8º ano, no sentido de os alertar para os perigos das redes sociais, nomeadamente, uma vez na internet, “para sempre na internet”. 



“Remédios da Alma" atividade de declamação de poesia dinamizada pela equipa da BM no âmbito do projeto SABE e teve como público-alvo os docentes e os alunos dos vários ciclos de ensino.
Foram participantes três elementos da Biblioteca Municipal, alunos da  associação APPACDM de Alijó, alunos de diferentes ciclos, professores e pessoal não docente.


Os seus pontos fortes foram a promoção de novas experiências educativas, de aprendizagens significativas e do respeito por diferentes expressões e a estimulação de boas práticas de cidadania.




quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Entrevista a Hans

Um repórter da TV BE entrevistou Hans, um famoso marinheiro do Norte …




1• Hans, de onde veio o sonho da vida no mar?
Sempre gostei de ver o mar e de ouvir as ondas. Quando era criança não receava as tempestades, até me colocava à janela a apreciar os dias de temporal e a ondulação no mar. Acho que esta paixão cresceu comigo.

2• O que sentiu quando o seu pai lhe negou o seu sonho? Porque é que ele preferia que fosse estudar?
Eu sabia exatamente o que queria fazer e já imaginava que o meu pai não fosse da minha opinião.  É normal ele não aceitar a minha ida para o mar, pois já tinha perdido dois filhos num naufrágio e não queria que me acontecesse o mesmo. 

3• O que o levou a tomar a decisão de fugir de casa e entregar-se ao mar?
Eu sempre tive esse objetivo de me entregar ao mar.  Se não o fizesse, sentir-me-ia infeliz, por isso, mesmo contra a vontade do meu pai, aventurei-me na ondulação do mar alto.

4• Qual foi a sensação de navegar no cargueiro inglês?
Logo que o cargueiro começou a afastar-se de Vig, senti uma grande liberdade. Já ninguém me impediria de realizar o meu sonho.

5• Que pensamento teve após as chicotadas do capitão?
Decidi abandonar o cargueiro, pois percebi que voltaria a ser castigado, uma vez que o capitão era um homem rude e intransigente.

6• Qual foi a sensação de estar sozinho numa cidade desconhecida?
Foi uma grande infelicidade. Senti-me só e infeliz naquela cidade, onde não conhecia ninguém para conversar nem para me ajudar.

7• Quando Hoyle se dirigiu a si com a gentileza de o socorrer e levá-lo para sua casa, qual foi a primeira coisa em que pensou?
Fiquei radiante, pois sentira que ainda tinha muito futuro pela frente, que nada estava acabado e que poderia continuar a sonhar.

8• Decidiu mandar uma carta para Vig. Quando recebeu a resposta, ainda continha a esperança de um dia voltar para lá?
Sempre contive a esperança de voltar a casa e poder ser recebido de braços abertos, por isso não me fui abaixo e continuei a sonhar com um possível regresso a Vig.

9• Como se sentiu quando Hoyle adoeceu e lhe confiou a grande responsabilidade de dirigir todos os seus negócios, impedindo-o de continuar a navegar?
Senti que tinha o dever de lhe retribuir o que ele fizera por mim, ainda que tal implicasse abdicar de sair para o mar.

10• Quando escreveu ao seu pai a dizer que nunca mais iria ser navegador e não obteve nenhuma resposta, o que sentiu?
Nessa altura, já quase tinha perdido a esperança de voltar a Vig e começava a sentir-me bem integrado naquela cidade. 

11• Como conseguiu ultrapassar a dor de ter perdido o seu primeiro filho?
Foi muito difícil ultrapassar a dor… Mas quando soube que Ana estava novamente grávida fiquei muito feliz. Ajudou-me a esquecer esse tormento.

12• Por que razão manifesta o desejo de construir um navio naufragado em cima da sua sepultura?
É como que se os meus sonhos também tivessem naufragado… nunca tivessem sido completamente cumpridos.

Clara Loureiro