segunda-feira, 6 de março de 2017

O Senhor do Seu Nariz, Álvaro Magalhães


O Menino que Detestava Escova de Dentes


Atividades de pré-leitura


Olhando bem para a capa do livro, o que vês?
 O menino está zangado, chateado, porque nunca experimentou lavar os dentes, está com os braços cruzados e atirou a escova para longe.

O menino detestava escovas de dentes. Porquê?
• Por não gostar do sabor da menta;
• Por nunca ter experimentado lavar os dentes;
• Só queria comer doces e ficar com o sabor a chocolate na boca;
• Doíam-lhe as gengivas; 
• Quando bebia sumos, gostava de ficar com o sabor do sumo.

O que devemos fazer para termos os dentes em bom estado?
• Lavá-los diariamente;
• Comer comida saudável;
• Não comer muitos bolos nem beber muitos sumos;
• Beber sempre água;
• Ir ao dentista de vez em quando.

De que é que precisas para lavar os dentes?
• Uma pasta de dentes
• Uma escova
• Fio dentário
• Um copo

Por que razão deves usar copo?
• Para pôr a água e bochechar;
• Quando está vazio serve para guardar a escova;
• Para poupar água, porque se estiver a torneira aberta gasta-se muita água.

Quando deves ir ao dentista?
• Quando doem os dentes
• Quando caem
• Uma ou duas vezes por ano para termos os dentes sempre bons.

Camila


Gonçalo

Joana

A Ovelhinha que Veio para Jantar

Camila

Gonçalo

Joana

Questionário pós-leitura


Quem bateu à porta?
- A ovelhinha.

Como era ela? 
– Estava com frio porque andava na neve. Tinha frio, estava perdida e tinha fome.
O que é que o lobo ia comer?
 – Sopa de legumes.
Que legumes?
- Brócolos, cenoura, couve, batata, abóbora, cebola…
O lobo gostava de sopa? 
– Não.
E tu?
 – Também não gosto de sopa de legumes. Gosto de canja.
O que é que a ovelhinha fez ao lobo?
- Deu-lhe um beijinho.
Como é que ele reagiu?
 – Ficou chateado porque não a podia comer e ficou feliz porque gostou de receber um carinho.
Como é que a ovelhinha voltou para casa do lobo? 
- Entrou  pela porta que estava encostada.

Faz o resumo:

O lobo queria comer a ovelhinha mas ela estava com frio. Depois estava com fome e ele deu-lhe uma cenoura. Ela ficou com soluços, ele agarrou-a e abanou-a várias vezes. Depois, meteu-a ao colo e ela adormeceu. Quando ia comê-la ela acordou e deu-lhe um beijinho. Ele ficou chateado por não a conseguir comer e meteu-a na rua.
Ela bateu muito tempo à porta só que o lobo fechou a janela e fingiu que não a ouvia. A ovelhinha fugiu e o lobo ficou preocupado com ela e foi procurá-la. Ele gritou por ela e à noite encontrou-a na sua casa. Convidou-a para comer a sopa de legumes e ficaram amigos. 
Ela tomava conta dele porque estava velhinho e ele dava-lhe comida e uma casa para viver.

A Flor Vai Ver o Mar

Camila

Gonçalo


Joana




sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Entrega dos Diplomas do Quadro de Honra pelo desempenho no ano letivo 2015/16

Cerimónia da Entrega dos Diplomas do Quadro de Honra
aos alunos que se destacaram pela excelência no seu desempenho, no ano letivo 2015/16.















Comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos


quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Entrevista a Hans

Um repórter da TV BE entrevistou Hans, um famoso marinheiro do Norte …




1• Hans, de onde veio o sonho da vida no mar?
Sempre gostei de ver o mar e de ouvir as ondas. Quando era criança não receava as tempestades, até me colocava à janela a apreciar os dias de temporal e a ondulação no mar. Acho que esta paixão cresceu comigo.

2• O que sentiu quando o seu pai lhe negou o seu sonho? Porque é que ele preferia que fosse estudar?
Eu sabia exatamente o que queria fazer e já imaginava que o meu pai não fosse da minha opinião.  É normal ele não aceitar a minha ida para o mar, pois já tinha perdido dois filhos num naufrágio e não queria que me acontecesse o mesmo. 

3• O que o levou a tomar a decisão de fugir de casa e entregar-se ao mar?
Eu sempre tive esse objetivo de me entregar ao mar.  Se não o fizesse, sentir-me-ia infeliz, por isso, mesmo contra a vontade do meu pai, aventurei-me na ondulação do mar alto.

4• Qual foi a sensação de navegar no cargueiro inglês?
Logo que o cargueiro começou a afastar-se de Vig, senti uma grande liberdade. Já ninguém me impediria de realizar o meu sonho.

5• Que pensamento teve após as chicotadas do capitão?
Decidi abandonar o cargueiro, pois percebi que voltaria a ser castigado, uma vez que o capitão era um homem rude e intransigente.

6• Qual foi a sensação de estar sozinho numa cidade desconhecida?
Foi uma grande infelicidade. Senti-me só e infeliz naquela cidade, onde não conhecia ninguém para conversar nem para me ajudar.

7• Quando Hoyle se dirigiu a si com a gentileza de o socorrer e levá-lo para sua casa, qual foi a primeira coisa em que pensou?
Fiquei radiante, pois sentira que ainda tinha muito futuro pela frente, que nada estava acabado e que poderia continuar a sonhar.

8• Decidiu mandar uma carta para Vig. Quando recebeu a resposta, ainda continha a esperança de um dia voltar para lá?
Sempre contive a esperança de voltar a casa e poder ser recebido de braços abertos, por isso não me fui abaixo e continuei a sonhar com um possível regresso a Vig.

9• Como se sentiu quando Hoyle adoeceu e lhe confiou a grande responsabilidade de dirigir todos os seus negócios, impedindo-o de continuar a navegar?
Senti que tinha o dever de lhe retribuir o que ele fizera por mim, ainda que tal implicasse abdicar de sair para o mar.

10• Quando escreveu ao seu pai a dizer que nunca mais iria ser navegador e não obteve nenhuma resposta, o que sentiu?
Nessa altura, já quase tinha perdido a esperança de voltar a Vig e começava a sentir-me bem integrado naquela cidade. 

11• Como conseguiu ultrapassar a dor de ter perdido o seu primeiro filho?
Foi muito difícil ultrapassar a dor… Mas quando soube que Ana estava novamente grávida fiquei muito feliz. Ajudou-me a esquecer esse tormento.

12• Por que razão manifesta o desejo de construir um navio naufragado em cima da sua sepultura?
É como que se os meus sonhos também tivessem naufragado… nunca tivessem sido completamente cumpridos.

Clara Loureiro

Dia Internacional dos Direitos Humanos - 3º ano